Mudança de endereço

Devido a problemas graves com o sistema do wordpress, avisamos que, a partir de hoje, o Untitled está localizado em:

http://untitledcult.blogspot.com/

Obrigado =)

Mente Brilhante

O brilhantismo não consiste na extensão de seu vocabulário, mas na simplicidade humorística com que é apresentado o cotidiano ao cotidiano. E um homem cujo brilhantismo está à flor da pele é ninguém menos que Luís Fernando Veríssimo.

Filho do grande escritor modernista Érico Veríssimo, Luís Fernando é popularmente conhecido por suas crônicas humorísticas, relatadas em livros como “Comédias da Vida Privada”, “As Mentiras Que Os Homens Contam” e mais recentemente “Orgias”. Ele descreve situações que atendem tanto o comum quanto o ridículo, ou mesmo a fusão do ridículo com o comum, especializando-se em assuntos diferentes a cada livro. Por exemplo seu livro “A Mesa Voadora” guarda crônicas relacionadas a gastronomia, “Comédias Para Se Ler Na Escola” tratam do mundo acadêmico, mas tudo de uma forma simples e bem diversificada.

Luís Fernando, antes de ser escritor, trabalhou como jornalista no periódico Zero Hora, mudando-se posteriormente para o Folha da Manhã. Só então aproveitando o sucesso para produzir seu primeiro livro “A Grande Mulher Nua”. Desde então passou a ser considerado uma “máquina de humor”.

A tragetória pessoal e profissional desse homem pode ser encontrada no link http://www.releituras.com/lfverissimo_bio.asp. 

Muito mais GAS!

No último sábado, dia 1º de setembro, aconteceu o GAS Festival, segundo falei no meu post do dia 20/08.

GAS Festival

O evento foi simplesmente impecável.

A segurança estava perfeita. Até a preocupação com bebida alcoólica era surpreendente. Como a censura era 14 anos, uma ala especial para os maiores de 18 anos foi criada onde somente os identificados com uma pulseira poderiam entrar. Nessa ala era vendida cerveja e encontrava-se também mesas e cadeiras, perto do palco principal.
Fora isso, o que surpreendeu foi a limpeza. Duplas de garis andavam pelo local recolhendo a sujeita. Tudo isso num bom humor e descontração que, se não estivessem uniformizados, era impossível distingui-los dos visitantes.

O local era imenso. Haviam dois patamares. No primeiro existiam dois palcos e pistas de skate, além de bares e banheiros . No segundo patamar, mais dois palcos, a ala para maiores de idade, uma tenda de tatuagem e loja de roupas e uma área para descanso, tudo á céu aberto.
Os shows eram um caso á parte. A produção estava de parabéns. Porém, há somente uma reclamação: durante os shows da banda Fresno e NXZero, pequenos grupos faziam bate-cabeça e torre humana. Lógico, a segurança não tinha controle sobre esse tipo de coisa, mas os grupos musicais faziam apologia á esse ato.


NXZero no GAS

Fora isso, tudo estava perfeito. Pessoas bonitas, bem educadas e felizes completavam o cenário. Outra reclamação: os preços. Enquanto uma garrafa de Gatorate estava R$ 3,00 (preço bom), uma caixinha de água (tipo aquelas de água de cocô), custava R$ 3,00 também (muito caro).
O evento começou as 14h com muita gente. Acabou por volta da 0h30m com a banda Detonautas.

Bandas de garagem tiveram seu destaque. Entre os shows principais, eram eles que esquentavam a tarde maravilhosa do evento. Ao final da noite, a banda Voltz, vencedora do concurso “Dê um GAS na sua banda”, foi contemplada com um contrato com a gravadora Som Livre para gravação e divulgação de seu CD.

São Pedro estava tão feliz quanto os visitantes. Mandou raios-de-sol que esquentavam a tarde e faziam a alegria de todos.

Clique aqui e veja o site oficial do evento com fotos e mapa do local.

Preciso parabenizar a iniciativa do Guaraná Antarctica por criar um evento tão urbano, contemporâneo e bem estruturado com esse.
Nessa primeira edição do GAS eles têm meus cumprimentos.
Espero que isso se repita ano que vem, com muito mais gas!

Crédito de Imagem http://www.guaranaantarctica.com.br

“Os Sertões”

Divulgação - Folha OnlineDivulgação - Folha OnlineAntônio Conselheiro, líder do movimento Guerra dos CanusoAproveitando a aula interessantíssima de Sociologia a Antropologia – logo na 2ª feira pela manhã – que está tratando o livro “Os Sertões” de Euclides da Cunha, resolvi postar a respeito, já que…… A partir deste mês de setembro a Companhia de Teatro Oficina Uzyna Uzona sai em turnê pelo Brasil para mostrar aos espectadores a realidade deste magnífico livro “Os Sertões”, de Euclides da Cunha.O espetáculo promete trazer muitas risadas e cantarias ao público. E pela primeira vez, completíssimo! São cinco os episódios, que têm em torno de 26 horas de duração: “A Terra”, “O Homem 1”, “O Homem 2”, “A Luta 1” e “A Luta 2”.Uma pena é que o grupo do diretor e ator José Celso Martinez Corrêa não passará por aqui, em São Paulo. Iniciará em Salvador, bem próximo do local onde se deu a Guerra dos Canudos, isso entre 05 e 09 de setembro. Depois passará por Recife, no Cais do Porto, durante os dias 19 e 23 deste mesmo mês. E por último, as apresentações param no Festival de Teatro Rio Cena Contemporânea, Rio de Janeiro, no início de outubro.A saga trata da história da Guerra dos Canudos, liderada por um dos mais importantes homens do Nordeste – senão o mais importante – Antônio Conselheiro. Euclides da Cunha acompanhou toda história como repórter do jornal O Estado de São Paulo e após, transcreveu a realidade para o livro.E um detalhe importantíssimo – isso, segundo meus critérios – a Companhia de Teatro Oficina Uzyna Uzona comemorou este ano 50 anos de existência e de realizações premiadas no dia 16 de agosto, dia este em que eu também comemorei “alguns 18 anos de vida”, coincidência, não?

Fica agora o toque: quem tiver oportunidade de assistir ao espetáculo, não dá pra pensar duas vezes, já que a apresentação completa é inédita! Pra quem não pode ir, fica somente um ombro amigo para se consolar, porque, com toda certeza VAI PERDER!

Divulgação - Folha Online

Mais que sorte

Boa sorte não basta para emplacar um album de sucesso. Vanessa da Mata está podendo comprovar a máxima acima a partir do seu mais recente CD, Sim. A verdade é que a matogrossense já estava bem à vontade nas rádios nacionais e nas trilhas de novelas da Globo, mas experimenta agora outra sensação: a de ser ecolhida e prestigiada. O produtor de Sim, Mario Caldatto é considerado o Rei Midas da música mundial, tendo transformado em ouro À Procura da Batida Perfeita, de MarceloD2, discos do Red Hot Chilli Pepper, Beastie Boys, Jack Johnson e Ben Harper. Este último é a “cereja do bolo” do disco de Vanessa, dividindo com ela os vocais da canção Boa Sorte/Good Luck , com letra da cantora e versão literal do prórprio Caldatto.

Além desta participação, que deve ter feito morrer de inveja toda a classe artística pop nacional, Vanessa da Mata ainda pôde contar com o auxílio luxuoso dos acordes de João Donato ao piano, na canção Deus , que tem toque cubano na percussão suave e oca. Ainda entre os veteranos músicos brasileiros, Wilson das Neves, baterista e perceiro de Chico Buarque, é o maestro na “cozinha” de Quando um homem tem uma mangueira no quintal, samba sincopado à moda da década se 70. Davi Moraes e Pedro Sá são os guitarristas que assinam as faixas mais contemporâneas do CD como Baú e Novela das oito.

A cantora demonstra desenvoltura ao transitar com muita identidade pelo pop, samba rock e reggae, ritmo que resgatou do início da carreira acrescentando efeitos eletrônicos numa leitura mais “dub”. Vanessa da Mata já foi jogadora profissional de basquete e modelo. Hoje se afirma como um dos principais nomes femininos da música brasileira. Passou em todos os testes e nesta sexta, sábado e domingo se apresenta no CitibankHall em São Paulo para quem quiser comprovar o desembaraço da moça.

CitibankHall:

Av. Jamaris,213, Moema

68466040

31/08 e 01/09, 22h; 02/09, 20h

R$60,00 a R$150,00

35º Aniversário do Alien

 

 

Há 35 anos, no dia 01 de Setembro de 1972, chegavam às lojas americanas o clássico absoluto de David Bowie: “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders From Mars”, obra prima do glam rock e trabalho que lançou o curioso cantor inglês ao status de lenda e símbulo do rock mundial. Sabádo, o trabalho comemorará seus 35 anos, e eu, como fã incondicional de Bowie, abordarei o CD no post de hoje.

Antes de “Ziggy Stardust”, David Bowie já havia atingido um relativo sucesso com o single “Space Oddity”, de seu segundo CD, lançado na época que o homem pisou na lua (1969), ilustrando o momento que o mundo se encontrava. Entre o lançamento de Space Oddity e Ziggy Stardust, Bowie lançou dois outros discos: The Man Who Sold the World (com a famosa capa em que o cantor usava um vestido, começando a aproveitar sua androgenia) e Hunky Dory (de Changes e Life On Mars, música a qual o clipe, com Bowie em um fundo branco e usando maquiagem azul, tornou-se um clássico anos depois). Ziggy Stardust é o quinto CD de sua longa carreira, que envolve cinco décadas do rock.

O álbum é centrado na história do personagem título, um marciano que desceu a Terra para salvar a humanidade, trazendo uma mensagem de paz e amor. Ziggy, porém, começaria a encontrar sua destruição devido ao abuso de drogas e de sexo. Uma das frases de Ziggy, presentes nas músicas do álbum, seria que a Terra encontraria seu fim em 1977, além de mensagens de paz e otimismo.Todos os apectos do CD são envoltos em uma aura de lenda: desde sua capa, que mostra Bowie posando em Heddon Street, e que virou motivo de peregrinação de fãs, às histórias envoltas no personagem, que chocou os fãs ao declarar, em um show, que aquele seria seu último e que a banda terminaria na noite em questão. Na verdade, Bowie usou esse artifício para matar Ziggy Stardust, pois aquele show em especial marcaria a última apresentação do marciano.

O álbum é um grande influenciador de muitos dos movimentos do rock seguintes ao seu lançamento, como o new wave, heavy metal, punk rock, goth rock e até mesmo os mais recentes, como o indie e o emo. Influenciou desde Marilyn Manson, com seu terceiro CD, Mechanical Animals, quanto artistas mais experimentais, como Smashing Pumpkins e Moby.

Para quem quiser conferir alguns dos clássicos desse trabalho histórico, abaixo estão alguns vídeos das músicas mais marcantes, algumas, inclusive, que parecerão muito familiares até mesmo para quem não conhece o trabalho do David Bowie. Feliz aniversário, marciano. O mundo sente a sua falta.

Polêmica e festejada!

 Back to Black

Em outubro de 2006, “chegou ao mundo” o estrondoso álbum Back to Black da cantora inglesa Amy Winehouse. Com apenas 23 anos, e uma potente voz que é comparada à das cantoras negras de soul dos anos 50/60, Amy encontra o sucesso agora, no seu segundo álbum. O primeiro, chamado Frank, teve grandes influências do jazz e do hip hop e foi lançado em 2003, porém não impressionou.

Após três anos de crise criativa, Amy volta com Back to Black, que contém músicas com letras marcantes e muito pessoais, além de grandes influências dos artistas do selo Motown, principalmente a de grupos de vocais femininos.  

Para quem não sabe do que se trata, o Motown é um grande símbolo da música negra americana. Artistas como Marvin Gaye, The Primettes [grupo em que Diana Ross iniciou sua carreira] e Jackson 5 fizeram parte do selo que foi criado em Detroit em 1959.  

Conhecida por suas declarações e comportamentos polêmicos, Amy sempre é notícia nos tablóides ingleses. Porém, apesar da atribulada fase pessoal que tem vivido, com idas e voltas à clínicas de reabilitação e brigas com o marido, ela colhe os frutos do seu celebrado álbum. A cantora ganhou o prêmio de melhor artista feminino britânico no Britz Awards, além de ter quatro indicações no prêmio Mobo (Music of Black Origin), dentre elas a de melhor voz britânica feminina. Além disso, a canção Rehab ganhou o prestigiado prêmio britânico Ivor Novello, concedido à compositores, como melhor canção contemporânea.  

Por aqui, Back to Black só chegou em fevereiro desse ano e, aos poucos, vai angariando fãs. O sucesso da cantora inglesas na terra do Carnaval, levou-a até a ser cotada como possível atração do TIM Festival, porém, infelizmente, não vingou.  

Confira aqui uma entrevista que a cantora concedeu à Folha. E abaixo, o clipe da música Rehab, primeiro single de Back to Black e grande sucesso da cantora. 

Crédito da imagem: http://www.dropmusic.com.br

Um Círculo

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“Círculo.

“Um círculo.

“Por mais que o contemplasse, o círculo era apenas um círculo. Interminável, inquebrável, sem extremidades, sem hesitações, era um círculo.”

O item acima é apenas uma amostra do segundo volume de “Musashi”, escrito por Eiji Yoshikawa. O tamanho intimida, mas o conteúdo é dos mais atrativos. A biografia em forma de romance descreve o percurso, físico e psicológico, do herói nacional japonês diante do caminho da espada (bushidô, no original japonês) que escolheu para si. Ambos os volumes, de aproximadamente 850 páginas, foram traduzidos para o português por Leiko Gotoda (aliás, uma mulher).

O livro inclui batalhas sangrentas, em destaque um episódio conhecido como a “Batalha do Pinheiro Solitário”, que marcou profundamente o nome Miyamoto Musashi na história; um cenário de xogunato, com a aparição de muitas figuras importante da época; pregações do zen-budismo, lições e sermões próprios para fazer o leitor se perder em pensamentos; e o romance desencontrado entre a doce Otsu e o protagonista. Ou seja, atende a todos os gostos.

Essa obra fabulosa, quando escrita, vendeu 120 milhões de exemplares no Japão, por volta da quantidade populacional na época, e esconde muita filosofia aplicável ao mundo contemporâneo. O mangá “Vagabond”, de Takehiko Inoue, baseia-se no livro de Eiji. Vale a pena enfrentar a preguiça e conferir “Musashi”.

Imagens retiradas de http://i.s8.com.br/images/books/cover/img2/68242.jpg e http://i.s8.com.br/images/books/cover/img8/71978.jpg

Indignação

 

Bem, o post de hoje foge totalmente aos padrões dos que foram enviados até hoje.

Na verdade, é um post de crítica, esclarecimento, indignação e tentativa de reverter um quadro muito chato.Em minha última postagem, comentei sobre o GAS que acontecerá nesse sábado, 1/9.

Acontece que as bandas que irão tocar, tais como NXZero, Fresno, Forgotten Boys, Strike e Hateen, são consideradas emo (já explico o que significa) e, conseqüentemente, o evento também. Isso está espantando muitas pessoas e fazendo a popularidade do GAS cair.

Emo (do inglês ‘emotional’) é um gênero de música que tem suas raízes no hardcore. O termo foi originalmente dado às bandas punk de Washington que tinham em suas músicas uma melodia e letra mais melódica, um lirismo mais emotivo. As bandas consideradas emo, tem em suas músicas temas como decepções amorosas, sentimentalismo e descontentamento com o mundo. É um estilo que segue o dinamismo do ‘quiet/loud’ (calmo/gritando). O estilo gerou outros estilos como emotional hardcore e emocore, mas que no fundo são todos a mesma coisa. Essa disseminação de estilos aconteceu pois a intitulação de emo gera preconceito, não sei porque.
O estilo chegou no Brasil em 2003, na cidade de São Paulo, espalhando-se rapidamente pelo território nacional.

Atualmente, emo não só é o estilo musical, mas também quem gosta. Normalmente, os emos seguem um estilo próprio: usam roupas pretas, franja cumprida que cobre o olho, um comportamento triste, possuem fotolog, utilizam lápis de olho (tanto faz se é homem ou mulher), munhequeiras, All Star nos pés, piercings na boca e colares de bolinha.


Nenhuma pessoa considerada emo se intitula de emo, muito menos as bandas citadas a cima.
“Apesar de ficarem muito felizes com todo o carinho do público, os componentes dessas bandas não acham que o grupo se classifique em uma tribo urbana. Danilo Cutrim, 24 anos, guitarrista e vocalista da banda Forfun, afirma que as letras têm sentimentos sim, mas não existe um público específico.”
(www.capricho.com.br)

Rotulações geram preconceito e preconceito gera exclusão.
Nenhum tipo de preconceito é bom.

Eu, Thiago Ghougassian, gosto das músicas e acho um estilo muito interessante o ‘emo’. Cada um tem a opção de gostar, aceitar ou não, mas isso não dá o direito de xingar e colocar-se contra quem gosta.


Espero que essa besteira de preconceito e chacota sobre os emos acabe.
Espero também que entendam o recado e que passem isso adiante pois nada machuca mais do que uma rotulação indesejada.
Uma dica: se você deseja saber mais sobre essa cultura e conhecer pessoas que gostam desse estilo, procure comunidades no orkut. Além disso, vou passar o endereço de lugares legais para você visitar. São lugares onde várias tribos urbanas se encontram.

Hangar 110
Rua Rodolfo Miranda, 110 – Bom Retiro (próximo à estação Armênia do metrô)
Tel.: 11 3229-7442

Galeria do Rock
Rua 24 de Maio, 62 (entrada também pela Av. São João, 439).
Horário: de segunda à sexta, das 9 às 20 horas e aos sábados, das 9 às 17 horas

Galeria Ouro Fino
Rua Augusta, 2690 – Jardins
Horário: de segunda à sexta, das 10 às 20 horas e aos sábados, das 10 às 18 horas

Teste – Você é EMO?
Lógico que existem sites que tiram sarro, mas quem sabe, não dá para você se identificar? É um dos sites mais fiéis á cultura EMO e que realmente dizem se você é EMO… Ou não.

Nesta quarta feira, uma colega de sala, Cibele, irá postar algo a respeito disso. O endereço é: http://querocultura.wordpress.com 

Até semana que vem e, conscientizem-se

Crédito de imagem: http://www.gamerevolution.com

Após quase 20 anos eles chegam às telas do cinema

Os personagens criados por Matt Groening têm o carinho do público há quase 20 anos. A 19ª temporada está chegando, com lançamento previsto para outubro deste ano nos EUA. Mas antes dela, pela primeira vez os fãs da série podem ver na telinha do cinema Os Simpsons – O FILME,  lançado nos EUA em 27 de julho, e no Brasil em 17 de agosto.

A trama, que tem duração de aproximadamente 90 minutos, tem um roteiro muito bem elaborado, e um olhar crítico da realidade mundial. Temas polêmicos, como política, religião, o patriotismo norte-americano, meio ambiente e homossexualidade são tratados de uma maneira irônica e com certo grau de “lição de moral” para os espectadores.Um dos pontos principais que o filme trata é a poluição. Os integrantes da banda Greenday morrem no rio de Springfield durante um show, a partir disto, a população se mantém voltada para questão da quantidade de detritos depositados no local; o prefeito decreta a limpeza e conservação do rio e, uma decisão drástica é tomada pela Agência de Proteção Ambiental: isolar a cidade de Homer de todo o resto dos Estados Unidos.A questão da pirataria também é abordada de forma simples, mas diferente dos padrões. “Não devo baixar uma cópia ilegal desse filme”, escreve Bart no quadro-negro da escola primária de Springfield, na abertura do filme.Vale conferir! O humor é a grande marca da família Simpson e dos principais personagens da série e têm arrancado gargalhadas não apenas dos seus fãs, mas também de público não tão fiel. “Esperamos 18 anos para fazer o filme porque não queríamos fazê-lo simplesmente porque podíamos; queríamos fazer quando fosse a hora certa”, afirmou Al Jean, produtor de Os Simpsons – O FILME.

Resta agora pra você, passar no cinema mais perto de casa para confirmar que o filme é muito bom e dar belas risadas.